Editado por Alice Gonçalves . Tecnologia do Blogger.

#Resenha: Noite de Ano Novo

by - março 21, 2013

Oi, queridas! Sinto muito pelo repentino sumiço - não fugi daqui, juro. Na verdade, eu tinha um monte de posts para fazer, mas a leitura de uma fanfic me impediu completamente, e eu não tinha forças para escrever algo por conta própria, nem mesmo um post bobo. 



Certo. Os motivos os quais me instigaram a assistir Noite de Ano Novo são dois. Primeiro: ele é uma "continuação" de Idas e Vindas do Amor - falo mais sobre isso depois. Segundo: Lea Michele e Ashton Kutcher. 

Não sei se vocês chegaram a ver Simplesmente Amor - com o Alan Rickman e a Emma Thompson, dois divos eternos  - e Idas e Vinda do Amor - com uma verdadeira penca de gente linda e talentosa -, mas vou dizer uma coisa a vocês: esse tipo de coisa funciona. E Noite de Ano Novo segue à risca os prospectos anteriores. 

Como o próprio título sugere, a história é ambientada em uma noite: Ano Novo. E na grande New York tudo se desenrola e se enrola. O quê? Sim. Tudo junto e misturado. 

O ponto de partida é a celebração do ano que está por vir, o qual aflige de maneira desesperada Claire Morgan, responsável pela festa no Times Square, além da descida da bola que marca a virada do ano. A bola, infelizmente, emperra durante um teste, e a moça é obrigada a pedir ajuda a Kominsky, o único técnico que poderia solucionar o problema.



Paralelamente, Laura Carrington vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando é contratada para dar conta do buffet de uma badalada festa de máscaras que conta com a presença do cantor Jensen, com quem já se envolveu há um tempo e que resultou em algumas mágoas. 



Em meio a todo o caos, há ainda Ingrid, uma mulher que não suporta mais o trabalho e o chefe e que, em uma tentativa de encontrar a própria liberdade, se descontrola e pede demissão. Ela então pede ajuda a Paul, um free-lancer que costumava ir à empresa na qual ela trabalhava, para fazê-la concretizar, até a meia-noite, todos os desejos de uma lista que preparou - em troca, ele ganha ingressos para a festa de máscaras, pois quer incitar seu amigo Randy a sair do apartamento e a superar toda a fobia do Ano Novo.



Randy, por sua vez, após ter uma briga séria com os enfeites brilhantes que decoram o corredor do prédio em que mora, conhece Elise no elevador, a nova moradora que está atrasada para sua apresentação na festa de Ano Novo. O elevador, tragicamente, decide fazê-los se conhecer melhor, mantendo-os ali dentro por oito horas.  



Em meio aos desencontros e reencontros, há Hailey, uma jovem de 15 anos que anseia seu primeiro beijo, sempre sendo monitorada pela mãe, que quer que a filha passe a grande noite com ela, não no Times Square, com um colega de classe pelo qual é a fim. 



No hospital, há dois casais que pretendem a todo custo fazer seus bebês nascerem no primeiro minuto de 2012 para conseguirem ganhar o dinheiro oferecido pela instituição, enquanto Hans Harris deseja ainda estar vivo para poder contemplar a descida da bola da cobertura do prédio.

Sim, muita gente, muitos problemas não resolvidos, muitos problemas que ainda virão e muita confusão. Porém, de modo geral, Noite de Ano Novo não é o meu favorito dentre os filmes que citei. Acho que é apenas mais uma história para conseguir tentar competir com o modelo de narração já anteriormente feito. Claro que há sempre aquela expectativa, a tal pergunta: o que vai acontecer agora? Mas, depois que o filme acabou, percebi que ele não guarda muitas surpresas - é muito mais previsível do que os outros. 

E o fato de ele ser apresentado como sendo uma "continuação" de Idas e Vindas do Amor não tem relação alguma com o fato de exibir os mesmos personagens ou atores - pelo que notei, apenas o Ashton é do elenco anterior. E o personagem dele neste é ilustrador. A "continuação" tem apenas um propósito: ter um filme dentro dos padrões; um filme que engloba um único dia, um dia universal a todos, e oferecer certas facetas. 

Tal como em Simplesmente Amor, é evidente que o lado musical também está presente neste. Se naquele, o personagem de Bill Nighy tenta reinventar sua carreira no mercado fonográfico, o personagem de Bon Jovi - por favor, alguém me dê um tiro - se faz presente neste, juntamente com Lea Michele - que, a princípio, só é uma das backvocals dele, mas que, num determinado momento, rouba alguns instantes apenas para si. 

Quem quiser ouvir a música que eles cantaram juntos e a que ela cantou sozinha, aqui está:

Have a Little Faith in Me (Bon Jovi & Lea)  |  Have a Little Faith in Me (versão oficial; disponibilizo as duas, porque não apreciei muito a do Bon Jovi com a Lea, talvez porque eu não goste dele, sei lá). 

Auld Lang Syne (para quem não sabe, esta música é tipica do Ano Novo e muito tradicional nos EUA; e ficou muito fofa na voz dela *-*). 

Bem, espero que eu não tenha decepcionado vocês de alguma maneira, porque custei MUITO MESMO para escrever esta resenha, haha. 

Até a próxima, gente linda! Não deixe de comentar

Love, Nina. 

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3 comentários

  1. Ahh, amei essa sua resenha!
    Eu adoro esse filme, bem , não é um dos meus preferidos, mas eu adoro ele demais, principalmente por ter vários artistas famosos e ter esse desenrolar todo e muita confusão!
    Adoro a voz da Lea, ela canta muito , e eu achei o Zac um ga-to nesse filme!
    Noss, eu não sabia que era continuação de Idas e Vindas do Amor! rsrs
    Parabéns pela resenha, ficou realmente boa! ^^
    Beijoocas flor :*

    http://meuuniversox.blogspot.com

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  2. Não tinha assistido aaind, mas parece muito bom.

    http://iasmincruz.blogspot.com.br/

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  3. Nina,
    Eu assisti esse filme e apesar de gostar, tenho uma seria dificuldade em absorver todas essas histórias juntas.
    Vi principalmente pela Lea Michelle, como sou fã de Glee, não podia deixar de ver.
    Adorei o post, e não some mais não viu!!!
    http://coracaodetinta.blogspot.com.br/

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