#Por que Nina é uma?

Amélia era três, eu sou uma

Afinal, eu sou uma o quê
Olha, vou te dizer: não sou algo. Meu blog não é um pejorativo, um adjetivo, uma coisa
Amélia, minha menininha, não precisa ser definida. Tudo o que precisa saber é que ela era três. 
Amélia era muitas, bastantes, infinitas.
Colorida, negra, incolor.
Vertentes de um só nome, sem muito rosto.
Se quiser conhecer a mim e ao blog, conheça-a primeiro: #CoisasdeAmélia


Nina... quem?

Sou filha, sou amiga, sou irmã, sou neta, sou dona de seis cachorros. Eu sou muitas coisas.
Sou escritora, antes de tudo. Leitora, em seguida. 
Sou melancólica. (Não consigo me esquecer disso).
Sou uma que se divide em muitas. Uma que não cabe aqui dentro. 
Sou música e inspiração que ela emana. 
Sou vida, apesar do cansaço.
Sou esperança, mas deixo acontecer.  
Sou amor em busca de um propósito.
Sou âncora num mar agitado.
Sou abnegação, inteira abnegação. 
Sou solitária (mas não sozinha). 
Não sou muito sorriso.
Não sou muita festa.
Não sou números.
Sou muito, muito mesmo, palavras. Palavras sempre. 
Sou cartas, vogais e consoantes. 
Sou dedos no teclado. 
Sou muita madrugada e pouco dia. 
Sou chuva ao encontro de um arco-íris. 

Sou Nina e um pouco de Marina. Mas nada, nadinha mesmo, de Mari. 

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O Nina é uma reflete quem eu sou: 
uma eterna amante das palavras, sejam lidas ou escritas. 
Como estamos em constante fluxo, o blog acabou me acompanhando na jornada de crescimento pessoal. Ele guarda os meus obscuros e felizes momentos, o que faz dele o que ponto de equilíbrio 
e de re-encontro comigo mesma. 
Acima de tudo, ele é amor.



Seja bem-vinda(o)!

Love, Nina :)